segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Ouça um bom conselho, que eu lhe dou de graça.

Uma das coisas que eu mais prezo são os  nossos critérios, é bem verdade que por vezes eu me esqueci deles, mas no fim, invariavelmente, são eles que pigam meus is. E hoje, depois de cinco anos de relacionamentos - ora frustrados, ora terminados -, eu aprendi que são os meus valores que me mantêm firme, em pé, ainda que com o coração despedaçado.  Esse é conselho que eu sempre dou para os meus amigos: não importa o quanto você ame, se intimamente você não se sentir confortável com isso, não vai dar certo. E procure fazer isso rápido, antes  as coisas se compliquem e se confudam e você já não saiba o que está fazendo ali - ou aqui -, de fato. É como diz Carpinejar, sempre que tento fazer alguém feliz, eu é que acabo triste. Sempre quando você releva pelo outro, é você quem termina sozinho. Não que nada possa ser relevado, a final relacionamentos são construídos, mas o fundamental, o respeito que você tem por si mesmo - e por consequência, pelo outro - é a única coisa que de fato importa. As pessoas não mudam, e por melhor e mais bem intencionado que você seja, nem tudo depende de você, ou do seu amor.  Por isso se resguarde, prefira manter-se de pé sozinho, do que estirado acompanhado. No amor não existem vencendores, andamos de mãos dadas.

"Quem gosta da orgia 
Da noite pro dia
Não pode mudar"

Nenhum comentário: