Federico Moccia.
Alessandro e Nikki, ele atropela ela. Ela atropela ele. O amor seria então nada mais que um tropeção ao acaso? Se ele não estivesse lá. Se ela não estivesse ali. Se fosse assim, todos as outras condicionais não teriam existido. Mas estavam, ao acaso ou ao destino. Atropelaram-se mutuamente, suas necessidades, ânsias e medos. Encontraram-se plural, permitiram-se a singularidade das paixões arrebatadoras. Arrabataram-se e permitiram-se viver. Porque o amor, esse sim, é o motor de arranque da vida.
Porque as minhas palavras são poucas e pequenas perto destas. Porque ele disse tudo que eu precisava ler, e que um dia talvez, precise dizer. Porque ele me deu calma, paz. E a certeza de que, ainda que seja difícil, a sua felicidade só depende de você. E quando ela aparece, você não deve deixá-la escapar - é como se parte de mim dissesse que ainda não estou preparada e tenho medo, e a outra falasse, faça-a sua para sempre.
"O amor mais bonito é uma conta errada, uma excessão que confirma a regra, aquela coisa para a qual você havia utilizado a palavra nunca. O que eu tenho a ver com seu passado, eu sou uma variável enlouquecida da sua vida. Mas não posso convencê-lo. O amor não é sabedoria, é loucura..."
"Acredito que você seja fundamentalmente bom e que poderia ser condicionado pela sua bondade a não fazer as escolhas certas. Às vezes pensamos em nossa vida como se fosse a resposta que tranquiliza os outros. Fazemos escolhas para agradá-los, para sedar o nosso sentimento de culpa, para obter a aprovação de alguém. Sem compreender que a única maneira de fazer os outros felizes é escolher o que é melhor para nós."
Fica a dica.

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