segunda-feira, 14 de julho de 2008

As estranhas manifestações do amor. - Parte I

A busca quase incessante, o lugar visivelmente vago que não se deixou acostumar, nem durante o sono - o sonho se tornando real. A mão dormente, desbravando o ar, quase cega de sentidos, encontra o encontro. E nada se perde.

Constatações:

Guarde a poesia que se faz no vento.
Melhor:
Guarde a poesia que se faz, no vento.
Talvez:
Guarde a poesia, que se faz no vento.

Aquilo que se mistura com a chuva, que acalma o sol escaldante.
Que aloja a solidão na palavra que se desfaz em fumaça, na manhã fria onde não se havia nada o que dizer. E insistimos, porque o amor in-siste.

Guarde.

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