sexta-feira, 20 de março de 2009

a poesia que eu fiz na sala de aula.

Eu fiz na aula, à pedido do professor. Se alguém acertar o comentário dele, eu posto aqui.



À Deanie Loomis,

Não sei de quem nem porque
Só sinto o que falo
Suponho o que sinto

A fragmentação se instaura:
Chocado lê, leio:

A poesia é o único universo onde a comunicação é plena
A cadeia alimentar dos sentidos
A transfiguração em grafite
(daquilo que não se transfunde, confunde, transforma)
Dependência:
Sozinha me vejo
Me encaminho e me perco
Cercada e perdida
A vida como se prostra em mim, se dá
Sem rimas

Da chuva que não cai
Para a face que não molha
Nada conflui
A seca se instaura e impulsiona
meu -próprio- ser
Arranho o papel
Um fluxo influenteafluente
Um rio que não cessa
Vazio.

Um comentário:

Fran Noya disse...

poesia é algo meio dormente, embriagado.

"Sozinha me vejo
Me encaminho e me perco
Cercada e perdida
A vida como se prostra em mim, se dá
Sem rimas"

gostei, gostei mesmo, sabia que fez até algum sentido?

rs

beijos
e ai, qual foi a dele?